Agora que querer não e motivo suficiente
E ainda sentir não faz sentido nenhum
Deixo a caixa se perder ao escuro mar
Para não sobrar male algum
Dos dias em que ancoramos
Nosso tempo e nossas palavras
Nossos pes, e mensagens em garrafas
Nessa praia deserta
Totalmente sem nada
Enquanto meus irmaos me avisavam
So ouvia meu instinto de sempre querer tentar
Eu podia ver a nuvem negra ao longe
Mas acho que nunca vou conseguir mudar
O proprio vento me levava
Cego, sob o olhar azul penetrante
Escondendo o castanho flacido
De tua foice e teu quebrante
...
Mas agora eu penso
E se eu pudesse voltar no tempo?
Impediria a tempestade...
Ou me prenderia de vez ao vento?
Por: Felipe "W". Vasconcellos
sábado, 12 de junho de 2010
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